February 2012
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O que me mata é o cotidiano. Eu queria só exceções.
Olha, tem umas coisas que vão ficar sem resposta mesmo, tem umas coisas que vão passar a vida inteira sendo perguntas, tem umas que a gente vai aprender e outras não.
Com o tempo a gente aprende que atenção, carinho e blush tem que ser na medida certa. Se não, a gente acaba de palhaça.
Eu nunca aceitei a simplicidade do sentimento. Eu sempre quis entender de onde vinha tanta loucura, tanta emoção. Eu nunca respeitei sua banalidade, nunca entendi como pude ser tão escrava de uma vida que não me dizia nada, não me aquietava em nada, não me preenchia, não me planejava, não me findava. Nós éramos sem começo, sem meio, sem fim, sem solução, sem motivo. Não sinto saudades do seu...