February 2012
25 posts
O que me mata é o cotidiano. Eu queria só exceções.
Olha, tem umas coisas que vão ficar sem resposta mesmo, tem umas coisas que vão passar a vida inteira sendo perguntas, tem umas que a gente vai aprender e outras não.
Com o tempo a gente aprende que atenção, carinho e blush tem que ser na medida certa. Se não, a gente acaba de palhaça.
Eu nunca aceitei a simplicidade do sentimento. Eu sempre quis entender de onde vinha tanta loucura, tanta emoção. Eu nunca respeitei sua banalidade, nunca entendi como pude ser tão escrava de uma vida que não me dizia nada, não me aquietava em nada, não me preenchia, não me planejava, não me findava. Nós éramos sem começo, sem meio, sem fim, sem solução, sem motivo. Não sinto saudades do seu...
January 2012
51 posts
Às vezes sinto falta às vezes acho que é um alívio estar longe.
Ainda lembro o que passou Eu você em qualquer lugar Dizendo “aonde você for eu vou” E quando eu perguntei Ouvi você dizer Que eu era tudo o que você sempre quis. Mesmo triste eu tava feliz E acabei acreditando em ilusões Eu nem pensava em ter Que esquecer você Agora vem você dizer “Amor, eu errei com você E só assim pude entender Que o grande mal que eu fiz Foi a mim mesmo”...
Aprendi a não contar muito com os outros: na medida do possível, faço tudo só. Dá mais certo.